Minhas experiências com alunos da educação especial foram poucas,
até o presente momento foram quatro passei por escolas que não era inclusiva, e
o que se falava era que o aluno da educação especial estava na sala de aula
somente para socializar com os demais da sala. Como não estava de acordo com
essa fala comecei a mobilizar e fui buscar estratégias de ensino para esses. Questões
onde o aluno vivencia a sua realidade, como saber os horários de ônibus e seus múltiplos e também questões em que
envolvia dinheiro de quanto ele gastaria para ir a escola teve muito sucesso e
compartilhava as experiências com os meus pares e eles trazendo novas, sempre
envolvendo o currículo na mediada do possível com suas adaptações . Nesse caso a escola não tinha sala
de informática então não dava para envolver o uso de tecnologia.
Mas passei também por outra situação onde a escola possuía
sala de informática e com a ajuda de programas matemáticos dava para envolver mais especificamente os conteúdos da série do
aluno e a equipe gestora dando plena liberdade para sua realização, então o
currículo foi adaptado com mais facilidade.
Agora no presente momento há um aluno onde ele não consegue ler,
mas entende os números e as realizações das operações matemáticas, junto com a
professora adaptada estamos desenvolvendo a leitura e escrita envolvendo
questões matemáticas onde ele tem mais habilidade.